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Novidades sobre a coluna
Dor nas Costas e Obesidade

Segundo a American Obesity Association (AOA) 64,5% dos adultos americanos (em torno de 127 milhões) são classificados como pesados demais ou obesos. A verdade desafortunada é que a obesidade está se tornando uma epidemia global, atingindo adultos e crianças.

Relação com a dor nas costas
A maioria das pessoas sabe que a obesidade contribui para o desenvolvimento da doença das coronárias, do diabetes, da pressão alta e do câncer de colo. E, no entanto, você sabia que a obesidade contribui também para originar dor nas costas? Não há como fugir dessa verdade. Peso em demasia ou obesidade contribuem significativamente para desenvolver sintomas associados com osteoporose, osteoartrite, artrite reumatóide, doença degenerativa dos discos, estenose da coluna vertebral e espondilolistése.

A coluna foi projetada para carregar o peso do corpo e distribuir os pesos encontrados durante o descanso e durante a atividade. Quando é forçada a suportar um excesso de peso, a coluna é obrigada a assimilar o fardo, que pode vir a comprometer e danificar sua estrutura. (Ex.: ciático).

Uma região da coluna geralmente vulnerável aos efeitos da obesidade é a parte baixa das costas, a coluna lombar. A falta de exercícios e de condicionamento corporal provoca uma redução da flexibilidade e enfraquece os músculos das costas, da pélvis e das coxas. Isso pode aumentar a curva da parte baixa das costas, levando a pélvis a inclinar-se demasiado para frente. Já que isso é prejudicial a uma postura correta, esta se enfraquece e, por via de conseqüência, outras regiões da coluna são arrastadas para o processo de distorção, como por exemplo a nuca, que passam a sediar a dor.

Você poderia tentar substituir a causa de algumas das disfunções da coluna por um modo mais saudável de agir. Devemos ter presente que, com a idade, os tecidos do corpo podem provocar alterações na anatomia da coluna sem esquecer que, independentemente da idade, se você estiver acima do peso adequado ou obeso, você tem ou terá a probabilidade de sofrer de dores nas costas.

Osteoporose
Um estilo de vida sedentário associado a uma dieta desbalanceada pode afetar a densidade ou a força dos ossos da coluna vertebral. Quando a estrutura arquitetônica de um corpo vertebrado é comprometida, aparece o risco da fratura. Fraturas vertebrais, além de dolorosas, podem se tornar incapacitantes. Se você tem osteoporose, você provavelmente perdeu já em torno de 25 a 30% de sua densidade óssea desejável. Na hipótese de ser osteopenia, a perda de densidade óssea estaria em torno de 10 a 15%.

Osteoartrite e artrite reumatóide
As juntas na coluna vertebral são chamadas de facetas articulares. Um excesso exagerado de peso desencadeia uma pressão e uma sobrecarga sobre as juntas durante o tempo em que nos movimentamos e também enquanto descansamos.

Dor na parte baixa das costas
A obesidade pode agravar um problema já existente nessa região e até contribuir para que ele retorne.

Em geral
Uma postura não saudável pode ser responsável por dores na nuca e nas costas. Um certo nível de boa condição física se faz necessário para servir apropriadamente de apoio para a coluna vertebral.

Desenvolvimento da obesidade
A industrialização e a modernização tiveram um impacto muito grande em nossa alimentação. Exemplo: o alimento pode ser comprado praticamente em todo e qualquer lugar. Não é mais necessário fazer um grande esforço físico para caçar ou procurar alimento. Encontra-se à nossa disposição um grande número de alimentos industrializados, bem como aparelhos e utensílios que nos poupam do trabalho de cozinhar (ex.: microondas). Quando a mulher foi entrando no mercado de trabalho, o mesmo despertou para a criação uma grande variedade de utensílios de cozinha e de alimentos usufruíveis de uma maneira mais confortável. O nível de obesidade entre crianças está em alta devido a muitos fatores, dentre os quais podemos citar a vida sedentária (ex.: jogos em computador), o hábito de comer quando não se está com fome, a propaganda da televisão para consumir alimentos saborosos, mas com muitas calorias e até mesmo a genética.

Segundo o “Apelo para um engajamento na luta para prevenir e diminuir o excesso de peso e a obesidade”, feito pelo Ministério da Saúde, nos Estados Unidos, 40% dos adultos não participam de nenhum lazer que esteja vinculado a um exercício físico e menos de 1/3 dedica no mínimo 30 minutos na maioria dos dias, a uma atividade física.

Outro aspecto digno de nota é o local onde os alimentos são consumidos. Em 1992, 38% dos dólares relacionados com alimentação foram gastos em alimentos que foram consumidos fora de casa. Assim sendo, pode ser difícil controlar o que você come e como os alimentos foram preparados em restaurantes (ex.: fritar versus grelhar), especialmente em estabelecimentos que se dedicam ao “fast food”.

Se você está com excesso de peso, obeso ou se estiver se esforçando para manter um peso saudável, lembramos que existem muitos instrumentos disponíveis que poderão estimular e facilitar seus esforços.

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ALERTA: As informações contidas neste website são uma síntese do conhecimento disponível na literatura e não representam necessariamente a melhor opção para o seu caso, bem como não substituem uma consulta médica.