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Lidando com a dor.
Pacientes com dores crônicas ou lesões incapacitantes geralmente têm dificuldades em lidar com a dor ou com suas consequências. Muitas vezes, outros membros da família também precisam de ajuda para lidar com um ente querido que é vítima das condições mencionadas acima.
Alguns pacientes acometidos por dores na coluna ou na região cervical poderão necessitar de apoio para lidar com a dor física e também com suas consequências psicológicas.
Psicólogos clínicos estão disponíveis para trabalhar junto com os cirurgiões e fisioterapeutas para ajudar o paciente a lidar com sua dor.
Nós avaliamos os fatores de personalidade, emocionais e comportamentais que poderão ser afetados em decorrência de um determinado tratamento médico. Essas avaliações são de muita ajuda para examinar candidatos à cirurgia na coluna, ao tratamento opioide e a programas de administração multidisciplinar da dor. O objetivo dessas avaliações é identificar pacientes que poderão não responder ao tratamento previsto e também auxiliar pacientes após o tratamento realizado.
Pode ser feito com apenas um anestésico para localizar a origem da dor ou, para tratar o problema, por um anestésico combinado com cortisonas.
Uma combinação de anestésico ou entorpecente com um esteroide é injetada para ajudar a diminuir a dor. Isso também pode ser feito para determinar a origem da dor. Algumas vezes o nervo de uma articulação é injetado ou entorpecido para determinar se é ali a origem da dor. Esse teste é chamado de “bloqueio facetário”.
Pacientes com dores crônicas e agudas podem se beneficiar da bomba de morfina, também conhecida como terapia de infusão espinhal. Essa terapia implantável bloqueia a dor através de pequenas doses de morfina que são injetadas diretamente na medula. Essa terapia requer doses muito menores de morfina do que a ingestão via pílulas ou terapia intravenosa. Os pacientes sofrem menos efeitos colaterais e gozam de um alívio muito maior.
Muitas vezes, é o primeiro exame para diagnosticar anormalidades da coluna vertebral. O raio X poderá determinar deformidades degenerativas ou fraturas.
Revela estruturas dos chamados “tecidos moles” como, por exemplo: discos intervertebrais rompidos, medula espinhal, estreitamento do canal espinhal, raízes de nervos, músculo e ossos. Tomografia Computadorizada usa radiação enquanto que Ressonância Magnética usa campos eletromagnéticos e computadores para reproduzir as imagens. Tomografia Computadorizada fornece melhores imagens dos chamados tecidos duros (ósseo) informando sobre deformidades, estreitamentos, doenças tumorais ou infecciosas ou outras anomalias.
Requerida quando uma imagem mais nítida é necessária para esclarecer imagens feitas com Ressonância Magnética ou Tomografia Computadorizada. Na Mielografia um contraste é injetado no canal espinhal para realçar a imagem obtida.
Usado para ajudar a determinar a origem da dor. Esse teste pode ser feito antes de uma cirurgia. Um contraste é injetado no disco sobre o qual recai a suspeita de originar a dor. Esse teste é doloroso, porém, pode revelar a causa exata do problema.
Prestativo para avaliar fraqueza do braço ou perna, dores e fasciculações (contrações da musculatura estriada). Durante esses testes, uma pequena corrente elétrica é aplicada em um músculo ou na pele e a atividade de sua transmissão é monitorada.
Fornece informações sobre a possibilidade da presença de um tumor, de uma infecção, de artrites, ou a presença de uma possível fratura no osso ou nas articulações. Elemento radioativo é injetado na corrente sanguínea, que o leva até as regiões afetadas.
